Educação financeira como ferramenta de transformação social
Pesquisadora explica como a educação financeira se tornou uma política pública no Brasil, especialmente no contexto da educação superior

Quando se fala em Educação Financeira, a ideia geral é a de que ela é útil apenas para quem tem bastante dinheiro e, assim, precisaria aprender a investir, poupar adequadamente e gerenciar as reservas. Esta visão é comum, mas desconsidera que a educação financeira deve ser para todos, de forma a criar condições de participação plena na cidadania e de planejamento familiar.
É neste sentido que avança a dissertação defendida por Daniela Cristina Lourenço Bufalo no Programa de Pós-Graduação em Educação (PPGE) da Universidade de Sorocaba (Uniso). A pesquisa teve como título “Educação Financeira como política pública no Brasil: do processo histórico ao levantamento das ações práticas na educação superior” e foi orientada pelo professor doutor Rafael Ângelo Bunhi Pinto.
A dissertação, de caráter bibliográfico e documental, traz à tona reflexões sobre as políticas de educação financeira no Brasil e seu impacto na sociedade. “A pesquisa de Bufalo é importante porque demonstra como a educação financeira extrapola os conceitos tradicionais de investimento e de poupança, por exemplo, e tem a capacidade de se transformar em uma ferramenta de transformação social”, destaca o orientador.
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Texto: Édison Trombeta
