{"id":13803,"date":"2026-05-04T14:37:36","date_gmt":"2026-05-04T17:37:36","guid":{"rendered":"https:\/\/unisonoticias.uniso.br\/?p=13803"},"modified":"2026-05-11T14:43:12","modified_gmt":"2026-05-11T17:43:12","slug":"diabetes-e-discriminacao-racial-pacientes-negros-tem-menos-acesso-ao-exame-dos-pes-do-que-os-brancos-aponta-pesquisa","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/unisonoticias.uniso.br\/index.php\/2026\/05\/04\/diabetes-e-discriminacao-racial-pacientes-negros-tem-menos-acesso-ao-exame-dos-pes-do-que-os-brancos-aponta-pesquisa\/","title":{"rendered":"Diabetes e discrimina\u00e7\u00e3o racial: pacientes negros t\u00eam menos acesso ao exame dos p\u00e9s do que os brancos, aponta pesquisa"},"content":{"rendered":"\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"669\" src=\"https:\/\/unisonoticias.uniso.br\/wp-content\/uploads\/Capa-materia-304-1-1-1024x669.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-13804\" srcset=\"https:\/\/unisonoticias.uniso.br\/wp-content\/uploads\/Capa-materia-304-1-1-1024x669.jpg 1024w, https:\/\/unisonoticias.uniso.br\/wp-content\/uploads\/Capa-materia-304-1-1-300x196.jpg 300w, https:\/\/unisonoticias.uniso.br\/wp-content\/uploads\/Capa-materia-304-1-1-768x502.jpg 768w, https:\/\/unisonoticias.uniso.br\/wp-content\/uploads\/Capa-materia-304-1-1-1536x1004.jpg 1536w, https:\/\/unisonoticias.uniso.br\/wp-content\/uploads\/Capa-materia-304-1-1.jpg 1600w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Viv\u00eancias em ambulat\u00f3rio especializado motivaram pesquisa que evidencia desigualdades raciais no acesso ao cuidado em sa\u00fade<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Em 2004, Clarice Nunes Bramante, enfermeira, come\u00e7ou a trabalhar num ambulat\u00f3rio especializado em feridas e p\u00e9s diab\u00e9ticos no munic\u00edpio de Sorocaba, no qual permaneceria atuando at\u00e9 2019. Ela atendeu muita gente durante esses anos, mas houve um paciente em especial, em 2006, que marcou sua mem\u00f3ria: um homem preto, morador de rua, que chegou ao ambulat\u00f3rio com um dos p\u00e9s embrulhado numa sacola de supermercado. \u201cQuando cheguei para trabalhar, ele j\u00e1 estava sentado do lado de fora do hospital h\u00e1 horas, aguardando para ser atendido\u201d, ela conta. \u201cPerguntei se ele precisava de alguma coisa e ele, que era diab\u00e9tico, respondeu que s\u00f3 queria trocar o curativo da ferida em seu p\u00e9. Pedi para ele entrar e realizei o procedimento. Ele ainda voltou para diversas outras consultas, at\u00e9 a cicatriza\u00e7\u00e3o da \u00falcera.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>Aquele homem n\u00e3o era o \u00fanico a enfrentar problemas desse tipo. Longe disso: na verdade, a quantidade de pessoas entre 20 e 79 anos de idade que vivem com diabetes chegou a 8,8% da popula\u00e7\u00e3o mundial no ano de 2020, o equivalente a mais de 420 milh\u00f5es de pacientes em todo o planeta. Os dados s\u00e3o da Federa\u00e7\u00e3o Internacional de Diabetes e s\u00e3o t\u00e3o alarmantes que a Organiza\u00e7\u00e3o Mundial da Sa\u00fade (OMS) j\u00e1 classifica a diabetes como uma doen\u00e7a epid\u00eamica. Para todas essas pessoas acometidas pela doen\u00e7a, complica\u00e7\u00f5es nos membros inferiores, como problemas circulat\u00f3rios, feridas e infec\u00e7\u00f5es nos p\u00e9s, s\u00e3o bastante comuns. O problema \u2014 e foi essa a quest\u00e3o que sensibilizou Bramante \u2014 \u00e9 que complica\u00e7\u00f5es mais graves (como amputa\u00e7\u00f5es ou at\u00e9 mesmo a morte) s\u00e3o evit\u00e1veis se os pacientes tiverem acesso a servi\u00e7os de sa\u00fade, mas isso n\u00e3o acontece com pacientes diab\u00e9ticos que se encontram em situa\u00e7\u00e3o de vulnerabilidade social, como aquele morador de rua que ela atendeu em 2006.<\/p>\n\n\n\n<p>Para ler a \u00edntegra da reportagem, acesse:&nbsp;<a href=\"https:\/\/abrir.link\/uYKRI\">https:\/\/abrir.link\/uYKRI<\/a>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><em><strong>Texto<\/strong>: Guilherme Profeta<\/em><br><em><strong>Imagem:<\/strong>\u00a0Mapodile M.\/peopleimages.com (Adobe Stock)<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em 2004, Clarice Nunes Bramante, enfermeira, come\u00e7ou a trabalhar num ambulat\u00f3rio especializado em feridas e p\u00e9s diab\u00e9ticos no munic\u00edpio de<\/p>\n","protected":false},"author":5,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"colormag_page_container_layout":"default_layout","colormag_page_sidebar_layout":"default_layout","footnotes":""},"categories":[40],"tags":[],"class_list":["post-13803","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-ultimas-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/unisonoticias.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/13803","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/unisonoticias.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/unisonoticias.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/unisonoticias.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/5"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/unisonoticias.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=13803"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/unisonoticias.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/13803\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":13805,"href":"https:\/\/unisonoticias.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/13803\/revisions\/13805"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/unisonoticias.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=13803"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/unisonoticias.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=13803"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/unisonoticias.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=13803"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}