{"id":12581,"date":"2025-12-15T16:00:17","date_gmt":"2025-12-15T19:00:17","guid":{"rendered":"https:\/\/unisonoticias.uniso.br\/?p=12581"},"modified":"2026-02-12T13:40:42","modified_gmt":"2026-02-12T16:40:42","slug":"equipe-da-uniso-fica-entre-as-melhores-em-desafio-internacional-da-nasa","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/unisonoticias.uniso.br\/index.php\/2025\/12\/15\/equipe-da-uniso-fica-entre-as-melhores-em-desafio-internacional-da-nasa\/","title":{"rendered":"Equipe da Uniso fica entre as melhores em Desafio Internacional da NASA"},"content":{"rendered":"\n<p>O Projeto ATMOS, desenvolvido por cinco estudantes do curso de Engenharia da Computa\u00e7\u00e3o, ficou entre os tr\u00eas melhores de Sorocaba e foi um dos 1.290 \u2014 dentre mais de 11.500 projetos \u2014 que foram selecionados para concorrer na fase internacional do programa NASA Space Apps (NSA). Essa foi a primeira vez que a cidade sediou o evento, realizado de 3 a 5 de outubro, e a equipe da Uniso concorreu com outras 25 equipes de Sorocaba, que totalizaram 156 participantes.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"732\" src=\"https:\/\/unisonoticias.uniso.br\/wp-content\/uploads\/01-3-1024x732.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-12591\" srcset=\"https:\/\/unisonoticias.uniso.br\/wp-content\/uploads\/01-3-1024x732.jpeg 1024w, https:\/\/unisonoticias.uniso.br\/wp-content\/uploads\/01-3-300x214.jpeg 300w, https:\/\/unisonoticias.uniso.br\/wp-content\/uploads\/01-3-768x549.jpeg 768w, https:\/\/unisonoticias.uniso.br\/wp-content\/uploads\/01-3.jpeg 1062w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Alunos durante a participa\u00e7\u00e3o no desafio foto: arquivo pessoal Lucas Santiago<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>De acordo com o site do NASA Space Apps (NSA), ele \u00e9 um programa de inova\u00e7\u00e3o e engajamento p\u00fablico vinculado \u00e0 Diretoria de Miss\u00f5es Cient\u00edficas da NASA. O NSA tem como objetivo promover transpar\u00eancia, participa\u00e7\u00e3o e colabora\u00e7\u00e3o global, compartilhando com o p\u00fablico dados fornecidos pela NASA e suas ag\u00eancias parceiras.<\/p>\n\n\n\n<p>Dentro das diversas atividades do NSA, acontece o NASA International Space Apps Challenge (NISAC), um desafio que \u00e9 considerado o maior Hackathon (maratona de programa\u00e7\u00e3o) global anual. O evento, que tem dura\u00e7\u00e3o de dois dias, fomenta a inova\u00e7\u00e3o por meio da colabora\u00e7\u00e3o internacional, oferecendo aos participantes a oportunidade de utilizar os dados gratuitos e abertos da NASA e de suas ag\u00eancias parceiras para solucionar problemas reais, tanto na Terra quanto no espa\u00e7o.<\/p>\n\n\n\n<p>Durante o Hackathon, os participantes do NISAC de todo o mundo se re\u00fanem em centenas de eventos locais, presenciais e virtuais, para abordar desafios propostos por especialistas da NASA. Esses desafios variam em complexidade e tem\u00e1tica, incumbindo os participantes de tarefas que v\u00e3o desde a cria\u00e7\u00e3o de visualiza\u00e7\u00f5es art\u00edsticas de dados da NASA at\u00e9 a concep\u00e7\u00e3o e o desenvolvimento de aplicativos informativos e programas de software. Ap\u00f3s o Hackathon, os projetos submetidos s\u00e3o avaliados por especialistas da ag\u00eancia espacial, e os vencedores s\u00e3o selecionados para um dos 10 Pr\u00eamios Globais.<\/p>\n\n\n\n<p>Em publica\u00e7\u00e3o em sua p\u00e1gina no Instagram, Ilma Laurindo \u2014 l\u00edder local e integrante da Equipe de Organiza\u00e7\u00e3o Global (EGO) do NSA, que tem como objetivo orientar e apoiar os l\u00edderes locais e os participantes do programa promovendo a intera\u00e7\u00e3o entre os membros da comunidade NASA \u2014 comentou que trazer o NISAC para Sorocaba foi algo desafiador, pois seria a primeira vez que o maior Hackathon do mundo aconteceria na cidade.<br><br>De acordo com Laurindo, a edi\u00e7\u00e3o de 2025 do NISAC contou com 114.094 participantes, distribu\u00eddos em 551 localidades, 167 pa\u00edses e apoiados por 14 ag\u00eancias espaciais. No NISAC 2025, foram montadas 18.860 equipes e 11.511 projetos foram submetidos, dos quais foram selecionados 1.290 projetos para avan\u00e7ar \u00e0 fase de avalia\u00e7\u00e3o global.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cTr\u00eas equipes locais \u2014 Frota Bravo, Medjed e Bilu \u2014 foram selecionadas entre os 1.290 Global Nominees da edi\u00e7\u00e3o. Um feito extraordin\u00e1rio para uma cidade que participou do evento pela primeira vez. Ver esse reconhecimento \u00e9 motivo de enorme orgulho. Cada participante, mentor e colaborador ajudou a colocar Sorocaba definitivamente no mapa da inova\u00e7\u00e3o espacial. Este \u00e9 s\u00f3 o come\u00e7o de uma jornada que promete voar ainda mais alto. Agora seguimos rumo \u00e0 pr\u00f3xima etapa: Global Finalists &amp; Honorable Mentions\u201d, pontua Laurindo.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Bilu, a equipe formada na Uniso<br><\/strong><br>Fazendo refer\u00eancia ao ET Bilu \u2014 um suposto alien\u00edgena que ficou famoso no ano de 2010 ap\u00f3s aparecer em uma reportagem na qual pedia para que os integrantes do planeta Terra buscassem conhecimento \u2014 a equipe Bilu \u00e9 composta pelos estudantes de Engenharia da Computa\u00e7\u00e3o Lucas Amaral Ferreira, Lucas Madureira Soares Canevorelo Santiago, Leonardo Canalez Duarte, Nicolas Ferrari Pereira e Rafael Santos da Silva.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cFoi uma brincadeira, inspirada no caso de ufologia brasileira que virou meme, o ET Bilu. O nome deveria ser algo que n\u00e3o ligasse a marcas ou a coisas registradas, e dever\u00edamos usar a criatividade. Escolhemos um meme, pois nada melhor que um meme para representar o Brasil\u201d, explica o estudante Lucas Santiago.<\/p>\n\n\n\n<p>Segundo informa\u00e7\u00f5es relatadas no projeto ATMOS, a equipe Bilu considerou principalmente a exclus\u00e3o digital e a vulnerabilidade das popula\u00e7\u00f5es em \u00e1reas remotas. \u201cRefletimos sobre como os sistemas de alerta atuais n\u00e3o conseguem alcan\u00e7ar aqueles que mais precisam, pois dependem de uma infraestrutura de internet que n\u00e3o \u00e9 universal\u201d, afirma.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"686\" src=\"https:\/\/unisonoticias.uniso.br\/wp-content\/uploads\/02-3-1024x686.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-12592\" srcset=\"https:\/\/unisonoticias.uniso.br\/wp-content\/uploads\/02-3-1024x686.jpeg 1024w, https:\/\/unisonoticias.uniso.br\/wp-content\/uploads\/02-3-300x201.jpeg 300w, https:\/\/unisonoticias.uniso.br\/wp-content\/uploads\/02-3-768x515.jpeg 768w, https:\/\/unisonoticias.uniso.br\/wp-content\/uploads\/02-3.jpeg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Alunos Lucas Amaral, Leonardo Duarte, Nicolas Pereira Rafael da Silva e Lucas Santiago em um dos laborat\u00f3rios utilizados pelas Engenharias da Uniso foto: Graziela Alves de Sousa<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>O Hackathon<\/strong><strong><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>\u201cO evento foi divulgado pelo professor Luiz \u2018Trov\u00e3o\u2019[Jos\u00e9 Luiz da Silva]. \u00c9 um evento mundial, e foi a primeira vez que aconteceu em Sorocaba. A cidade conseguiu se qualificar para ter isso. Na edi\u00e7\u00e3o do ano passado, teve um polo em Campinas\u201d, conta Santiago.<\/p>\n\n\n\n<p>E como funciona o evento? Segundo Santiago, ao mesmo tempo, no mundo inteiro, os polos liberam 10 desafios diferentes. \u201cCada desafio tem um finalista. O nosso foi um desafio voltado para o clima, para a parte de qualidade do ar. Nem todos precisavam desenvolver uma aplica\u00e7\u00e3o, mas o nosso precisava\u201d, detalha.<\/p>\n\n\n\n<p>Santiago explica que, durante a competi\u00e7\u00e3o, todas as equipes precisaram \u201cconsumir a API de dados da NASA. Eles forneciam quatro links poss\u00edveis, e a gente tinha que usar pelo menos dois. A gente usou tr\u00eas\u201d. API \u00e9 a sigla para a express\u00e3o \u201cInterface de Programa\u00e7\u00e3o de Aplicativos\u201d. Em seu site, a empresa Oracle Corporation, multinacional norte-americana reconhecida na \u00e1rea de tecnologia, explica que as \u201cAPIs atuam como pontes entre as aplica\u00e7\u00f5es, permitindo que elas se comuniquem e compartilhem dados\u201d. A t\u00edtulo de exemplo, a empresa comenta que os usu\u00e1rios t\u00edpicos da internet se beneficiam \u201cconstantemente de APIs, muitas vezes sem perceber. As APIs conectam fontes de dados p\u00fablicas, como sites de previs\u00e3o do tempo, a aplica\u00e7\u00f5es comerciais, para nos avisar sobre as pr\u00f3ximas tempestades\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cTeve apresenta\u00e7\u00e3o, v\u00eddeo pitch, e toda uma modelagem para fazermos. A primeira etapa era conseguir construir o projeto at\u00e9 o \u00faltimo dia do desafio. A segunda foi uma primeira triagem, no pr\u00f3prio polo. A gente passou por essa triagem\u201d, explica. De acordo com Santiago, a quantidade de equipes que cada polo poderia enviar para a disputa internacional dependeria do n\u00famero de projetos submetidos. Pela quantidade, Sorocaba se credenciou a enviar tr\u00eas equipes.<br><br><strong>O projeto ATMOS<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"746\" src=\"https:\/\/unisonoticias.uniso.br\/wp-content\/uploads\/03-4-1024x746.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-12593\" srcset=\"https:\/\/unisonoticias.uniso.br\/wp-content\/uploads\/03-4-1024x746.jpeg 1024w, https:\/\/unisonoticias.uniso.br\/wp-content\/uploads\/03-4-300x219.jpeg 300w, https:\/\/unisonoticias.uniso.br\/wp-content\/uploads\/03-4-768x559.jpeg 768w, https:\/\/unisonoticias.uniso.br\/wp-content\/uploads\/03-4.jpeg 1178w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Lucas Santiago (\u00e0 esq), acompanhado do professor Denicezar Angelo Baldo: \u201co projeto foi concebido n\u00e3o para competir com os aplicativos existentes, mas para evoluir e atender a um nicho cr\u00edtico e negligenciado: a seguran\u00e7a de todos, conectados ou n\u00e3o\u201d foto: Graziela Alves de Sousa<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>No desafio proposto para a equipe Bilu, era necess\u00e1rio desenvolver uma aplica\u00e7\u00e3o baseada no clima. E essa aplica\u00e7\u00e3o deveria consumir dados dos sat\u00e9lites da NASA. Das quatro fontes fornecidas, a equipe Bilu precisaria utilizar pelo menos duas, e a Bilu utilizou tr\u00eas. \u201cDesenvolvemos um aplicativo funcional at\u00e9 metade do percurso, porque a outra metade precisaria de apoio governamental\u201d, conta.<\/p>\n\n\n\n<p>De acordo com o projeto ATMOS, o app seria uma &nbsp;plataforma desenvolvida para fornecer indicadores ambientais, como qualidade do ar e n\u00edveis de radia\u00e7\u00e3o UV, e, mais importante, para emitir alertas cr\u00edticos em tempo real. \u201cO objetivo \u00e9 salvar vidas e reduzir danos, superando a barreira da conectividade. Buscamos criar uma solu\u00e7\u00e3o de seguran\u00e7a p\u00fablica que n\u00e3o seja apenas mais um aplicativo de previs\u00e3o do tempo, mas sim uma ferramenta essencial que resolva o problema do acesso \u00e0 informa\u00e7\u00e3o em momentos cr\u00edticos\u201d, detalha a equipe.<br><br>Santiago ressalta que o app funcionaria como os que j\u00e1 existem atualmente em aparelhos celulares \u2014 que monitoram as APIs, mostrando informa\u00e7\u00f5es sobre o clima e o tempo \u2014, mas com informa\u00e7\u00f5es complementares e relevantes: \u201cele n\u00e3o mostraria somente se vai chover ou fazer sol. Seria isso e muito mais. Ele informaria e geraria alertas sobre os n\u00edveis de CO<sub>2<\/sub>, de raios UV e tudo o que fosse nocivo para a vida humana\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cIsso por si s\u00f3 j\u00e1 seria um aprimoramento dos aplicativos de clima que a gente tem no celular. Ent\u00e3o j\u00e1 seria revolucion\u00e1rio. A nossa proposta foi, al\u00e9m de fazer isso a\u00ed funcionar, consumir dados, gerar alertas e tudo mais, fazer com que essa informa\u00e7\u00e3o chegue aonde o sinal de dados e de celular normal n\u00e3o chegam\u201d, detalha.<\/p>\n\n\n\n<p>Sobre a criatividade do projeto ATMOS, a equipe Bilu comenta que ela \u201creside n\u00e3o na exibi\u00e7\u00e3o dos dados, mas em garantir sua entrega. Enquanto os aplicativos convencionais dependem inteiramente da internet, nossa solu\u00e7\u00e3o inova ao desvincular as notifica\u00e7\u00f5es de emerg\u00eancia da necessidade de uma conex\u00e3o de dados, priorizando o alcance do usu\u00e1rio em quaisquer condi\u00e7\u00f5es\u201d. Os integrantes da equipe Bilu complementam que \u201ca proposta de utilizar a infraestrutura de sinal das operadoras de telefonia m\u00f3vel para esse fim \u00e9 a principal inova\u00e7\u00e3o do projeto, criando uma nova camada de comunica\u00e7\u00e3o para emerg\u00eancias\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Conforme o texto do projeto ATMOS, o principal benef\u00edcio \u00e9 a democratiza\u00e7\u00e3o do acesso a informa\u00e7\u00f5es vitais de seguran\u00e7a. Isso protege popula\u00e7\u00f5es em \u00e1reas remotas e vulner\u00e1veis, como a Amaz\u00f4nia, zonas rurais ou outras regi\u00f5es com infraestrutura de internet limitada. Para explicar a funcionalidade do app na pr\u00e1tica, Santiago comenta: \u201cpor exemplo, uma pessoa est\u00e1 passeando em uma zona erma na \u00c1frica, ou na Europa. Ocorre um cataclisma clim\u00e1tico na It\u00e1lia, ou um vulc\u00e3o entra em erup\u00e7\u00e3o, onde o sinal de celular \u00e9 interrompido. O clima muda, o CO<sub>2<\/sub> aumenta na camada de oz\u00f4nio. A API capta isso e manda alertas para aquela regi\u00e3o. Existem redes capazes disso, s\u00f3 que s\u00e3o governamentais, emergenciais. Isso, de maneira global, d\u00e1 para a gente fazer. Todos os celulares que tivessem essa aplica\u00e7\u00e3o receberiam um alerta\u201d, complementa.<\/p>\n\n\n\n<p>A n\u00edvel Brasil, Santiago comenta que o app poderia ajudar tamb\u00e9m \u00e0 agronomia nacional. \u201cAgricultores que vivem em lugares remotos, com pouco sinal e tudo mais, receberiam informa\u00e7\u00f5es relacionadas \u00e0 chuva, movimenta\u00e7\u00f5es, nutrientes no ar. A proposta foi colocada para a Defesa Civil em um painel gerencial, para ela disparar melhor as informa\u00e7\u00f5es dela para popula\u00e7\u00e3o, atrav\u00e9s dessa aplica\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m\u201d, detalha.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>A import\u00e2ncia do desafio para a educa\u00e7\u00e3o universit\u00e1ria em tecnologia<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"768\" src=\"https:\/\/unisonoticias.uniso.br\/wp-content\/uploads\/04-4-1024x768.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-12594\" srcset=\"https:\/\/unisonoticias.uniso.br\/wp-content\/uploads\/04-4-1024x768.jpeg 1024w, https:\/\/unisonoticias.uniso.br\/wp-content\/uploads\/04-4-300x225.jpeg 300w, https:\/\/unisonoticias.uniso.br\/wp-content\/uploads\/04-4-768x576.jpeg 768w, https:\/\/unisonoticias.uniso.br\/wp-content\/uploads\/04-4.jpeg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Professor Denicezar Angelo Baldo: \u201cHackathons como este tamb\u00e9m nos auxilia a cada vez melhorar mais ainda os cursos que coordenamos, bem como a divulga\u00e7\u00e3o que conseguimos com estes desafios. Estamos empolgados para participar no pr\u00f3ximo ano tamb\u00e9m\u201d foto: Graziela Alves de Sousa<br>&nbsp;<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>\u201cEventos como esse s\u00e3o de grande import\u00e2ncia, pois, al\u00e9m de testar as habilidades dos alunos, eles melhoram as <em>soft skills<\/em> [habilidades comportamentais] deles, desenvolvendo trabalho de equipe, tomadas de decis\u00f5es em situa\u00e7\u00f5es de press\u00e3o que geralmente enfrentamos em ambiente de trabalho, bem como geram uma anima\u00e7\u00e3o a mais no grupo em saber que s\u00e3o capazes de aplicar aquilo que aprenderam em algo material que pode e ser\u00e1 utilizado por algu\u00e9m no futuro\u201d, comenta o Professor Denicezar Angelo Baldo, que atualmente coordena os cursos de Engenharia da Computa\u00e7\u00e3o, Ci\u00eancia de Dados e Intelig\u00eancia Artificial e An\u00e1lise e Desenvolvimento de Sistemas.<\/p>\n\n\n\n<p>Sobre a import\u00e2ncia de desafios como o NISAC para os professores da \u00e1rea, Baldo comenta que eles \u201cnos guiam a saber se o que estamos aplicando realmente \u00e9 o que o mercado necessita; isso gera um desafio para n\u00f3s, tamb\u00e9m coordenadores, em analisar as necessidades di\u00e1rias do mercado.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>Saiba mais sobre o projeto ATMOS em: <a href=\"https:\/\/www.spaceappschallenge.org\/2025\/find-a-team\/bilu\/?tab=project\">CLIQUE AQUI<\/a><\/p>\n\n\n\n<p>Conhe\u00e7a a Engenharia da Computa\u00e7\u00e3o e os outros cursos da Uniso acessando o site: <a href=\"https:\/\/uniso.br\/graduacao\/presencial\/\">CLIQUE AQUI<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><em><strong>Texto<\/strong><\/em>:\u00a0<em>Rafael Filho<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Projeto ATMOS, desenvolvido por cinco estudantes do curso de Engenharia da Computa\u00e7\u00e3o, ficou entre os tr\u00eas melhores de Sorocaba<\/p>\n","protected":false},"author":5,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"colormag_page_container_layout":"default_layout","colormag_page_sidebar_layout":"default_layout","footnotes":""},"categories":[40],"tags":[],"class_list":["post-12581","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-ultimas-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/unisonoticias.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/12581","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/unisonoticias.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/unisonoticias.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/unisonoticias.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/5"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/unisonoticias.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=12581"}],"version-history":[{"count":3,"href":"https:\/\/unisonoticias.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/12581\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":12597,"href":"https:\/\/unisonoticias.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/12581\/revisions\/12597"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/unisonoticias.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=12581"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/unisonoticias.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=12581"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/unisonoticias.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=12581"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}