{"id":11626,"date":"2025-09-01T13:43:37","date_gmt":"2025-09-01T16:43:37","guid":{"rendered":"https:\/\/unisonoticias.uniso.br\/?p=11626"},"modified":"2025-09-11T09:12:03","modified_gmt":"2025-09-11T12:12:03","slug":"uniso-recebe-replica-de-cranio-de-dinossauro-para-exposicao-e-palestra-sobre-paleontologia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/unisonoticias.uniso.br\/index.php\/2025\/09\/01\/uniso-recebe-replica-de-cranio-de-dinossauro-para-exposicao-e-palestra-sobre-paleontologia\/","title":{"rendered":"Uniso recebe r\u00e9plica de cr\u00e2nio de dinossauro para exposi\u00e7\u00e3o e palestra sobre paleontologia"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Quem passar pela biblioteca Alu\u00edsio de Almeida, localizada na Cidade Universit\u00e1ria da Uniso, poder\u00e1 visualizar at\u00e9 10 de setembro uma r\u00e9plica de um cr\u00e2nio de Espinossauro constru\u00edda pelo paleont\u00f3logo e paleoartista Felipe Alves Elias. A atividade \u00e9 promovida pelo curso de Ci\u00eancias Biol\u00f3gicas da Uniso, em conjunto com o Grupo de Estudos de Ecologia (GEECO). O recebimento da r\u00e9plica na Universidade serve como uma introdu\u00e7\u00e3o ao universo da paleontologia, tema de uma palestra programada para o \u00faltimo dia da exposi\u00e7\u00e3o. A Uniso \u00e9 a segunda parada da exposi\u00e7\u00e3o itinerante que deve percorrer todo o estado de S\u00e3o Paulo e, futuramente outras regi\u00f5es do pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/unisonoticias.uniso.br\/wp-content\/uploads\/01-2-1024x576.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-11627\" srcset=\"https:\/\/unisonoticias.uniso.br\/wp-content\/uploads\/01-2-1024x576.jpeg 1024w, https:\/\/unisonoticias.uniso.br\/wp-content\/uploads\/01-2-300x169.jpeg 300w, https:\/\/unisonoticias.uniso.br\/wp-content\/uploads\/01-2-768x432.jpeg 768w, https:\/\/unisonoticias.uniso.br\/wp-content\/uploads\/01-2.jpeg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Descoberto no Egito em 1912, em rochas que datam mais de 100 milh\u00f5es de anos, o Espinossauro \u00e9 considerado um dos maiores dinossauros carn\u00edvoros j\u00e1 encontrados, com at\u00e9 15 metros de comprimento. F\u00f3sseis semelhantes foram encontrados no estado do Maranh\u00e3o, no in\u00edcio dos anos 2000 (Cr\u00e9dito: Rafael Filho)<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u201cVimos que, al\u00e9m de ser um tema super relevante e interessante para entendermos um pouco como era o Brasil nesse momento distante da nossa hist\u00f3ria evolutiva, a atividade seria uma oportunidade para darmos protagonismo para o GEECO\u201d, explica o professor Thiago Marques que coordena o curso de Ci\u00eancias Biol\u00f3gicas da Uniso e o GEECO, um grupo de estudos criado em 2025 para a produ\u00e7\u00e3o de conte\u00fados educativos em ecologia e biologia.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/unisonoticias.uniso.br\/wp-content\/uploads\/02-8-1024x576.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-11628\" srcset=\"https:\/\/unisonoticias.uniso.br\/wp-content\/uploads\/02-8-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/unisonoticias.uniso.br\/wp-content\/uploads\/02-8-300x169.jpg 300w, https:\/\/unisonoticias.uniso.br\/wp-content\/uploads\/02-8-768x432.jpg 768w, https:\/\/unisonoticias.uniso.br\/wp-content\/uploads\/02-8-1536x865.jpg 1536w, https:\/\/unisonoticias.uniso.br\/wp-content\/uploads\/02-8-2048x1153.jpg 2048w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Professor Thiago Marques: \u201cO intuito da exposi\u00e7\u00e3o \u00e9 que as pessoas passem por ali, se interessem, retomem esse tema no seu cotidiano e no dia 10, possam ouvir o especialista, a pessoa que montou a pe\u00e7a\u201d (Cr\u00e9dito: Fernando Rezende)<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Bi\u00f3logo e mestre em paleontologia e museologia, Felipe Alves Elias lan\u00e7ou em julho de 2025 o livro Animais Pr\u00e9-hist\u00f3ricos do Brasil \u2013 O guia ilustrado. A publica\u00e7\u00e3o \u00e9 resultado de uma pesquisa que Elias vem desenvolvendo desde 2005. O paleoartista sempre teve interesse pela divulga\u00e7\u00e3o cient\u00edfica e visualizava uma lacuna na paleontologia nacional.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/unisonoticias.uniso.br\/wp-content\/uploads\/03-2-1024x576.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-11629\" srcset=\"https:\/\/unisonoticias.uniso.br\/wp-content\/uploads\/03-2-1024x576.jpeg 1024w, https:\/\/unisonoticias.uniso.br\/wp-content\/uploads\/03-2-300x169.jpeg 300w, https:\/\/unisonoticias.uniso.br\/wp-content\/uploads\/03-2-768x432.jpeg 768w, https:\/\/unisonoticias.uniso.br\/wp-content\/uploads\/03-2.jpeg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">O paleont\u00f3logo Felipe Alves Elias defende a import\u00e2ncia did\u00e1tica da ilustra\u00e7\u00e3o paleoart\u00edstica pois, diferente da ilustra\u00e7\u00e3o cient\u00edfica, que \u00e9 descritiva, ela possui um vi\u00e9s mais interpretativo (Cr\u00e9dito: Rafael Filho)<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Elias defende que \u00e9 preciso compreender o distanciamento entre o real e o fantasioso sobre o universo paleontol\u00f3gico, representado em produ\u00e7\u00f5es cinematogr\u00e1ficas internacionais. Sob uma perspectiva decolonial, defende a transposi\u00e7\u00e3o desse debate para a realidade brasileira, a partir de estudos nacionais. \u201cExistem muitos livros, filmes e document\u00e1rios que retratam a paleontologia, mas em uma realidade que n\u00e3o \u00e9 a brasileira. Minha ideia \u00e9 dar \u00eanfase para a nossa paleontologia\u201d, detalha.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/unisonoticias.uniso.br\/wp-content\/uploads\/04-1-1024x576.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-11630\" srcset=\"https:\/\/unisonoticias.uniso.br\/wp-content\/uploads\/04-1-1024x576.jpeg 1024w, https:\/\/unisonoticias.uniso.br\/wp-content\/uploads\/04-1-300x169.jpeg 300w, https:\/\/unisonoticias.uniso.br\/wp-content\/uploads\/04-1-768x432.jpeg 768w, https:\/\/unisonoticias.uniso.br\/wp-content\/uploads\/04-1.jpeg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">O Pr\u00f3-Reitor de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o, Pesquisa, Extens\u00e3o e Inova\u00e7\u00e3o, professor Jos\u00e9 Martins (\u00e0 dir.) e o professor Guilherme Profeta (\u00e0 esq.) estiveram presentes na recep\u00e7\u00e3o da r\u00e9plica do cr\u00e2nio de Espinossauro (Cr\u00e9dito: Rafael Filho)<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Elias conta que foram cinco anos somente levantando dados para o in\u00edcio de seu trabalho escrito. Membro da Divis\u00e3o de Difus\u00e3o Cultural do Museu de Zoologia da Universidade de S\u00e3o Paulo (USP) desde 2011, o paleont\u00f3logo comenta que mesmo utilizando somente os vertebrados como recorte, o levantamento dos dados foi dif\u00edcil pois \u201cmuitos conte\u00fados eram restritos ao ambiente acad\u00eamico e o grande p\u00fablico n\u00e3o tinha acesso aos peri\u00f3dicos da \u00e1rea\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Elias acreditava que o processo todo durasse no m\u00e1ximo seis anos, mas a realidade foi bem diferente, pois o in\u00edcio dos anos 2000 era uma \u00e9poca em que n\u00e3o existiam tantas facilidades tecnol\u00f3gicas como vemos hoje.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u201cAlguns materiais eram do in\u00edcio do s\u00e9culo 20. N\u00e3o tive acesso a muitos f\u00f3sseis, pois estavam espalhados pelo mundo todo. Nem tudo era digitalizado como \u00e9 hoje. Eu recebia xerox de materiais pelo correio, e muitas vezes a qualidade n\u00e3o era boa. \u00c0s vezes, era preciso fazer revis\u00f5es durante o processo, pois eram publicadas pesquisas que mudavam a forma de interpreta\u00e7\u00e3o de um f\u00f3ssil\u201d, relata.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>O projeto Uniso Ci\u00eancia e a \u201cdiplomacia cient\u00edfica\u201d<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/unisonoticias.uniso.br\/wp-content\/uploads\/05-1024x576.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-11631\" srcset=\"https:\/\/unisonoticias.uniso.br\/wp-content\/uploads\/05-1024x576.jpeg 1024w, https:\/\/unisonoticias.uniso.br\/wp-content\/uploads\/05-300x169.jpeg 300w, https:\/\/unisonoticias.uniso.br\/wp-content\/uploads\/05-768x432.jpeg 768w, https:\/\/unisonoticias.uniso.br\/wp-content\/uploads\/05.jpeg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Ponte para o in\u00edcio da rela\u00e7\u00e3o de Elias com a Uniso, as edi\u00e7\u00f5es 6 e 7 da revista semestral bil\u00edngue Uniso Ci\u00eancia podem ser acessadas gratuitamente em: <a href=\"https:\/\/uniso.br\/projeto-uniso-ciencia\/\">https:\/\/uniso.br\/projeto-uniso-ciencia\/<\/a> &nbsp;(Cr\u00e9dito: Rafael Filho)<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;O Felipe foi fonte para duas reportagens especiais em nosso projeto Uniso Ci\u00eancia, em dezembro de 2020 e junho de 2021, ambas ricamente ilustradas com esp\u00e9cies que podem ser encontradas, tamb\u00e9m, neste guia que est\u00e1 sendo lan\u00e7ando\u201d, afirma o professor Guilherme Profeta, um dos jornalistas que escreve para o Uniso Ci\u00eancia, projeto institucional de divulga\u00e7\u00e3o cient\u00edfica.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Segundo Profeta, o conte\u00fado \u00e9 produzido, atualmente, por professores dos programas de p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o em Educa\u00e7\u00e3o (PPGE) e em Comunica\u00e7\u00e3o e Cultura (PPGCC) da Uniso. \u201cEsta atividade que o Felipe desenvolver\u00e1 na Universidade em 10 de setembro, junto ao curso de Ci\u00eancias Biol\u00f3gicas, \u00e9 uma continuidade dessas reportagens de 2020 e 2021\u201d, pontua.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Profeta frisa que o Uniso Ci\u00eancia, al\u00e9m de ser um projeto de divulga\u00e7\u00e3o cient\u00edfica, possui o papel de promover a \u201cdiplomacia cient\u00edfica\u201d, ou seja, ser uma ferramenta para o fomento de encontros entre pares que n\u00e3o se conhecem, que est\u00e3o distantes ou que nunca pensaram em realizar produ\u00e7\u00f5es em conjunto.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u201cA ideia n\u00e3o \u00e9 apenas reagirmos a pautas que surgem na universidade e em seus entornos, mas criarmos as condi\u00e7\u00f5es prop\u00edcias para que essas parcerias surjam intermediadas pelas reportagens. \u00c9 criar as pr\u00f3prias pautas e engendrar novas colabora\u00e7\u00f5es. Trata-se de entender que somos um projeto j\u00e1 maduro, depois de oito anos, e assumir uma postura mais ativa. \u00c9 isso que estamos chamado de \u2018diplomacia cient\u00edfica\u2019&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/unisonoticias.uniso.br\/wp-content\/uploads\/06-1024x576.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-11632\" srcset=\"https:\/\/unisonoticias.uniso.br\/wp-content\/uploads\/06-1024x576.jpeg 1024w, https:\/\/unisonoticias.uniso.br\/wp-content\/uploads\/06-300x169.jpeg 300w, https:\/\/unisonoticias.uniso.br\/wp-content\/uploads\/06-768x432.jpeg 768w, https:\/\/unisonoticias.uniso.br\/wp-content\/uploads\/06.jpeg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Elias com as edi\u00e7\u00f5es seis e sete da revista Uniso Ci\u00eancia. Para o paleont\u00f3logo, \u00e9 preciso que se valorize o passado para se ter compreens\u00e3o do presente e perspectivas de futuro (Cr\u00e9dito: Rafael Filho)<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>A paleontologia como conex\u00e3o entre passado, presente e futuro<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Elias comenta que a paleontologia \u00e9 um tema chamativo, devido \u00e0s produ\u00e7\u00f5es de Hollywood e outras vers\u00f5es ficcionais, mas normalmente levam as pessoas a se interessarem pelo assunto \u201cpelo vi\u00e9s do fantasioso, do fant\u00e1stico e do incr\u00edvel, se distanciando um pouco da realidade. \u00c0s vezes isso pode alterar um pouco a percep\u00e7\u00e3o que o p\u00fablico tem\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para contrapor essa vis\u00e3o, o paleoartista aponta que uma estrat\u00e9gia utilizada \u00e9 correlacionar a paleontologia com a nossa realidade atual, fazendo uma conex\u00e3o com o passado. \u201cMuitas vezes olhamos para os f\u00f3sseis com uma ideia do que nos distancia deles e n\u00e3o o que nos aproxima ou o que eles podem nos contar\u201d, pontua.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Segundo Elias, os f\u00f3sseis contam hist\u00f3rias que podem contextualizar a realidade atual, eles nos ajudam, por exemplo, a entender como o Brasil se tornou o pa\u00eds com a maior biodiversidade do mundo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u201cQuase um quarto das esp\u00e9cies do planeta est\u00e3o aqui. Para entender essa biodiversidade, \u00e9 preciso entender como a hist\u00f3ria se passou ao longo do tempo. Isso \u00e9 uma coisa que os f\u00f3sseis nos ajudam. E n\u00e3o s\u00f3 para entender os bichos e as plantas, mas como a nossa paisagem mudou. O Brasil passou por mudan\u00e7as importantes na geografia, h\u00e1 300 milh\u00f5es de anos uma parte importante da Am\u00e9rica do Sul era coberta por gelo. Depois que esse gelo derreteu, ele gerou \u00e1reas de um pequeno mar que existiu aqui e que deixou f\u00f3sseis importantes\u201d, explica.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"768\" src=\"https:\/\/unisonoticias.uniso.br\/wp-content\/uploads\/07-1024x768.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-11633\" srcset=\"https:\/\/unisonoticias.uniso.br\/wp-content\/uploads\/07-1024x768.jpeg 1024w, https:\/\/unisonoticias.uniso.br\/wp-content\/uploads\/07-300x225.jpeg 300w, https:\/\/unisonoticias.uniso.br\/wp-content\/uploads\/07-768x576.jpeg 768w, https:\/\/unisonoticias.uniso.br\/wp-content\/uploads\/07-1536x1152.jpeg 1536w, https:\/\/unisonoticias.uniso.br\/wp-content\/uploads\/07.jpeg 1600w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Elias durante o processo de constru\u00e7\u00e3o da r\u00e9plica do cr\u00e2nio de Espinossauro. Para ele, \u201c\u00e9 preciso um olhar carinhoso para o passado. F\u00f3sseis contam hist\u00f3rias, nos ajudam a entender como chegamos aqui, e podem nos mostrar o futuro\u201d (Cr\u00e9dito: Arquivo pessoal)<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u201cOutro ponto que eu considero fundamental, que \u00e9 uma quest\u00e3o de maior urg\u00eancia, \u00e9 que hoje vivemos um momento de crise de biodiversidade, as esp\u00e9cies est\u00e3o desaparecendo em uma velocidade maior do que a gente consegue descrev\u00ea-las. Isso \u00e9 resultado das nossas a\u00e7\u00f5es diretas e indiretas, quando mexemos nos nossos ambientes ou polu\u00edmos os oceanos, por exemplo\u201d, pondera.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Refor\u00e7ando a import\u00e2ncia dos cuidados com a biodiversidade, Elias utiliza como exemplo os Espinossauros, um grupo de animais que viveu por 170 milh\u00f5es de anos, para afirmar que \u201ca nossa esp\u00e9cie, que est\u00e1 aqui h\u00e1 200 mil anos, est\u00e1 mudando as condi\u00e7\u00f5es ambientais num ritmo que nunca visto antes, nem no registro f\u00f3ssil.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ainda em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 valoriza\u00e7\u00e3o do passado, Elias aponta que, para al\u00e9m da curiosidade que move a imagina\u00e7\u00e3o, \u00e9 preciso visualizar o passado como uma ferramenta que pode ajudar na compreens\u00e3o do presente e \u201cque pode dar um vislumbre do que podemos fazer para, se n\u00e3o resolver, talvez reduzir os problemas, como gerenciar essas mudan\u00e7as para que possamos ter uma perspectiva de sobreviv\u00eancia a longo prazo\u201d.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/unisonoticias.uniso.br\/wp-content\/uploads\/08-1024x576.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-11634\" srcset=\"https:\/\/unisonoticias.uniso.br\/wp-content\/uploads\/08-1024x576.jpeg 1024w, https:\/\/unisonoticias.uniso.br\/wp-content\/uploads\/08-300x169.jpeg 300w, https:\/\/unisonoticias.uniso.br\/wp-content\/uploads\/08-768x432.jpeg 768w, https:\/\/unisonoticias.uniso.br\/wp-content\/uploads\/08.jpeg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">O livro Animais Pr\u00e9-hist\u00f3ricos do Brasil \u2013 O guia ilustrado, ser\u00e1 um dos temas da palestra \u201cBrasil Pr\u00e9-hist\u00f3rico: Mem\u00f3rias escondidas nas rochas\u201d, que ser\u00e1 apresentada pelo autor, no dia 10 de setembro, \u00e0s 19 h, no audit\u00f3rio da biblioteca Alu\u00edsio de Almeida localizada na Cidade Universit\u00e1ria da Uniso (Cr\u00e9dito: Rafael Filho)<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><em><strong>Texto<\/strong>: Rafael Filho<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Quem passar pela biblioteca Alu\u00edsio de Almeida, localizada na Cidade Universit\u00e1ria da Uniso, poder\u00e1 visualizar at\u00e9 10 de setembro uma<\/p>\n","protected":false},"author":5,"featured_media":11741,"comment_status":"closed","ping_status":"","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"colormag_page_container_layout":"default_layout","colormag_page_sidebar_layout":"default_layout","footnotes":""},"categories":[40],"tags":[],"class_list":["post-11626","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-ultimas-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/unisonoticias.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11626","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/unisonoticias.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/unisonoticias.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/unisonoticias.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/5"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/unisonoticias.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=11626"}],"version-history":[{"count":4,"href":"https:\/\/unisonoticias.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11626\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":11641,"href":"https:\/\/unisonoticias.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11626\/revisions\/11641"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/unisonoticias.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/11741"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/unisonoticias.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=11626"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/unisonoticias.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=11626"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/unisonoticias.uniso.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=11626"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}