{"id":10552,"date":"2025-03-19T16:22:44","date_gmt":"2025-03-19T19:22:44","guid":{"rendered":"https:\/\/unisonoticias.uniso.br\/?p=10552"},"modified":"2025-08-11T14:13:43","modified_gmt":"2025-08-11T17:13:43","slug":"aluna-de-arquitetura-e-urbanismo-desenvolve-livro-sobre-patrimonio-historico-de-sorocaba","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/unisonoticias.uniso.br\/index.php\/2025\/03\/19\/aluna-de-arquitetura-e-urbanismo-desenvolve-livro-sobre-patrimonio-historico-de-sorocaba\/","title":{"rendered":"Aluna de Arquitetura e Urbanismo desenvolve livro sobre patrim\u00f4nio hist\u00f3rico de Sorocaba"},"content":{"rendered":"\n<p>Qual a import\u00e2ncia do cuidado com o nosso patrim\u00f4nio hist\u00f3rico e arquitet\u00f4nico? Para a autora Joyce Berth no livro <em>Se A Cidade Fosse Minha<\/em>, precisamos \u201cpensar na diversidade e na pluralidade humana que ocupam o espa\u00e7o urbano, pensar na qualidade de vida, nas constru\u00e7\u00f5es, nas rela\u00e7\u00f5es humanas, no patrim\u00f4nio material e imaterial, na limpeza, na divis\u00e3o administrativa e nos acessos metropolitanos\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>A valoriza\u00e7\u00e3o da mem\u00f3ria &nbsp;\u00e9 um dos principais objetivos do livro <em>Patrim\u00f4nios Hist\u00f3ricos Sorocabanos,<\/em> escrito pela aluna de Arquitetura e Urbanismo, Ana J\u00falia de Almeida, e orientado pela professora Graziele Bathaus durante um projeto de Inicia\u00e7\u00e3o Cient\u00edfica. Segundo a docente, a mem\u00f3ria urbana \u201cfaz parte da mem\u00f3ria social, uma vez que a cidade \u00e9 um ambiente produzido por pessoas e faz associa\u00e7\u00f5es sobre as transforma\u00e7\u00f5es do lugar\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"947\" height=\"1024\" src=\"https:\/\/unisonoticias.uniso.br\/wp-content\/uploads\/01-1-947x1024.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-10553\" srcset=\"https:\/\/unisonoticias.uniso.br\/wp-content\/uploads\/01-1-947x1024.jpeg 947w, https:\/\/unisonoticias.uniso.br\/wp-content\/uploads\/01-1-278x300.jpeg 278w, https:\/\/unisonoticias.uniso.br\/wp-content\/uploads\/01-1-768x830.jpeg 768w, https:\/\/unisonoticias.uniso.br\/wp-content\/uploads\/01-1-1421x1536.jpeg 1421w, https:\/\/unisonoticias.uniso.br\/wp-content\/uploads\/01-1.jpeg 1480w\" sizes=\"auto, (max-width: 947px) 100vw, 947px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\"><em>Ana J\u00falia: \u201cPor ser um livro bastante visual, produzimos materiais gr\u00e1ficos, como plantas em software e desenhos a m\u00e3o, o que demandou muita dedica\u00e7\u00e3o\u201d<\/em>. Foto: Arquivo pessoal<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Ana J\u00falia conta que a pesquisa chamou sua aten\u00e7\u00e3o logo quando soube, pelo fato de gostar do tema e se interessar pela carreira acad\u00eamica. \u201cEu n\u00e3o tinha ideia de como funcionaria. Achei que seria apenas a coleta de dados sobre o patrim\u00f4nio da cidade. Foi uma grata surpresa quando a professora Graziele explicou a ideia do produto final\u201d, explica a aluna. Ana J\u00falia pondera que quando se fala de patrim\u00f4nio e hist\u00f3ria, existe a tend\u00eancia de as pessoas acharem que o conte\u00fado ser\u00e1 ma\u00e7ante, mas, segundo ela, o livro foi pensado e criado de uma forma que a leitura seja facilitada: \u201cAcredito que o tema pode, sim, ser abordado de forma leve e divertida, para chamar cada vez mais aten\u00e7\u00e3o para hist\u00f3ria t\u00e3o rica dessa cidade&#8221;. E essa ideia de Ana J\u00falia se refletiu no livro. Os textos possuem uma linguagem simples, mas bastante informativa, e a diagrama\u00e7\u00e3o e apresenta\u00e7\u00e3o das imagens foram pensadas para transmitir os conte\u00fados de forma did\u00e1tica.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity\"\/>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"721\" height=\"1024\" src=\"https:\/\/unisonoticias.uniso.br\/wp-content\/uploads\/04-1-721x1024.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-10555\" srcset=\"https:\/\/unisonoticias.uniso.br\/wp-content\/uploads\/04-1-721x1024.jpg 721w, https:\/\/unisonoticias.uniso.br\/wp-content\/uploads\/04-1-211x300.jpg 211w, https:\/\/unisonoticias.uniso.br\/wp-content\/uploads\/04-1-768x1091.jpg 768w, https:\/\/unisonoticias.uniso.br\/wp-content\/uploads\/04-1-1081x1536.jpg 1081w, https:\/\/unisonoticias.uniso.br\/wp-content\/uploads\/04-1.jpg 1351w\" sizes=\"auto, (max-width: 721px) 100vw, 721px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\"><em>Com mais de 80 anos de exist\u00eancia, o Mercado Municipal de Sorocaba \u00e9 um dos pontos mais conhecidos da cidade e est\u00e1 entre os 30 im\u00f3veis retratados no livro<\/em>. Foto: Rafael Filho<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Sobre a escolha de pesquisar o patrim\u00f4nio, Graziele comenta que essa \u00e1rea da arquitetura sempre foi seu interesse, desde a gradua\u00e7\u00e3o. \u201cMinha disserta\u00e7\u00e3o de Mestrado abordou a evolu\u00e7\u00e3o do c\u00e2mpus da Universidade Mackenzie, em S\u00e3o Paulo\u201d, relata a professora. Em rela\u00e7\u00e3o a Sorocaba especificamente, a aproxima\u00e7\u00e3o ocorreu a partir de 2016, quando a ela assumiu os componentes Arquitetura Brasileira e T\u00e9cnicas Retrospectivas, na Uniso. <\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/unisonoticias.uniso.br\/wp-content\/uploads\/20250319_1126321-1-1024x576.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-10562\" srcset=\"https:\/\/unisonoticias.uniso.br\/wp-content\/uploads\/20250319_1126321-1-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/unisonoticias.uniso.br\/wp-content\/uploads\/20250319_1126321-1-300x169.jpg 300w, https:\/\/unisonoticias.uniso.br\/wp-content\/uploads\/20250319_1126321-1-768x432.jpg 768w, https:\/\/unisonoticias.uniso.br\/wp-content\/uploads\/20250319_1126321-1-1536x864.jpg 1536w, https:\/\/unisonoticias.uniso.br\/wp-content\/uploads\/20250319_1126321-1-2048x1152.jpg 2048w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\"><em>Graziele Bathaus:<\/em> \u201cOs trabalhos desenvolvidos nas aulas durante o semestre envolviam levantamentos e cadastro de edifica\u00e7\u00f5es de car\u00e1ter hist\u00f3rico na regi\u00e3o de Sorocaba\u201d. Foto: Rafael Filho<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size\"><strong>Processo de produ\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A professora Graziele conta que o processo de levantamento de dados e produ\u00e7\u00e3o do livro foi longo, pois a cada semestre as diferentes turmas de alunos produziam levantamentos e novas edifica\u00e7\u00f5es eram acrescentadas ao cadastro. \u201cO maior desafio foi o acesso \u00e0 documenta\u00e7\u00e3o dos im\u00f3veis, e, muitas vezes, acesso aos locais para registro fotogr\u00e1fico e levantamento do material\u201d, pondera.<br><br>Ainda falando sobre o processo de produ\u00e7\u00e3o, a professora explica que, inicialmente, as edifica\u00e7\u00f5es foram organizadas por data de constru\u00e7\u00e3o, usos e tipologia arquitet\u00f4nica. Posteriormente, foi revisado o conte\u00fado em cada uma dessas categorias, e os alunos organizaram as informa\u00e7\u00f5es das fichas cadastrais originais. A prioridade na sele\u00e7\u00e3o foi dada para os im\u00f3veis que possu\u00edam maior facilidade de acesso e mapeamento na cidade de Sorocaba.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"848\" height=\"1024\" src=\"https:\/\/unisonoticias.uniso.br\/wp-content\/uploads\/03-1-848x1024.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-10558\" srcset=\"https:\/\/unisonoticias.uniso.br\/wp-content\/uploads\/03-1-848x1024.jpeg 848w, https:\/\/unisonoticias.uniso.br\/wp-content\/uploads\/03-1-248x300.jpeg 248w, https:\/\/unisonoticias.uniso.br\/wp-content\/uploads\/03-1-768x927.jpeg 768w, https:\/\/unisonoticias.uniso.br\/wp-content\/uploads\/03-1.jpeg 892w\" sizes=\"auto, (max-width: 848px) 100vw, 848px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Ana J\u00falia: \u201cEmocionante ver o nascimento do material porque foi um trabalho coletivo, muita gente se empenhou para tornar o livro did\u00e1tico\u201d. Foto: Arquivo pessoal<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>\u201cCom certeza, foi um desafio\u201d, comenta Ana Julia sobre o processo de produ\u00e7\u00e3o. A pesquisa faz parte de um trabalho do curso de Arquitetura e Urbanismo, juntamente com o Soci\u00ea Lab (Laborat\u00f3rio de Pesquisa em Arquitetura e Urbanismo), e \u00e9 bastante densa pela quantidade de informa\u00e7\u00f5es e a longevidade das obras. A aluna explica ainda que todo o trabalho foi facilitado pelas fichas desenvolvidas em v\u00e1rios semestres por outros alunos, nos componentes Arquitetura Brasileira e T\u00e9cnicas Retrospectivas, e tamb\u00e9m organizadas por estudantes que participam do Soci\u00ea Lab. O material de cadastro continha dados hist\u00f3ricos e t\u00e9cnicos que permitiram a cria\u00e7\u00e3o do material final.<\/p>\n\n\n\n<p>Sobre o fluxo do processo de produ\u00e7\u00e3o, Ana J\u00falia explica que primeiro foram levantados os dados que o curso possu\u00eda em seus arquivos (como data de constru\u00e7\u00e3o, grau de tombamento etc.) e a partir disso foi definido um recorte de 30 obras para o desenvolvimento do material. \u201cDepois, levantamos os desenhos t\u00e9cnicos dos projetos que t\u00ednhamos acesso, textos sobre a hist\u00f3ria e import\u00e2ncia de cada obra e tamb\u00e9m os desenhos art\u00edsticos, para depois come\u00e7ar o processo de diagrama\u00e7\u00e3o e cria\u00e7\u00e3o de mapas, para melhor visualiza\u00e7\u00e3o\u201d, detalha a aluna.<\/p>\n\n\n\n<p>O universo da pesquisa tamb\u00e9m tem seus desafios. Ana J\u00falia conta que a metade da pesquisa foi o momento de maior preocupa\u00e7\u00e3o, sendo o tempo um fator crucial. \u201c Eram muitos im\u00f3veis, havia muito material a ser finalizado ainda, sem contar as novas tarefas que viriam com o novo semestre. A ajuda do Soci\u00ea nessa etapa foi imprescind\u00edvel, n\u00e3o ter\u00edamos conseguido registrar tantas obras sem esse apoio\u201d, frisa Ana J\u00falia. Mas, apesar das dificuldades, ela exalta que o processo foi muito satisfat\u00f3rio.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size\"><strong>Acesso ao livro<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p> Quanto \u00e0 import\u00e2ncia de um livro que detalha quais patrim\u00f4nios e monumentos hist\u00f3ricos a cidade possui, Graziele aponta que ele \u00e9 o instrumento de preserva\u00e7\u00e3o, reconhecimento e valoriza\u00e7\u00e3o do patrim\u00f4nio local, e que as edifica\u00e7\u00f5es que o comp\u00f5em s\u00e3o bens materiais que contribu\u00edram para a forma\u00e7\u00e3o da cidade. Assim como descrito pela escritora Joyce Berth, ao afirmar que \u201ctudo o que existe na cidade, em cada canto e esquina, nos diz muito sobre a sociedade que ali vive\u201d, Graziele comenta que im\u00f3veis\u00a0hist\u00f3ricos est\u00e3o relacionados com a identidade local e representam uma importante fonte de pesquisa. \u201cEntendo que se trata de uma iniciativa voltada \u00e0 educa\u00e7\u00e3o patrimonial e deve ser disponibilizada ao p\u00fablico por ser uma das estrat\u00e9gias para a forma\u00e7\u00e3o de uma sociedade capaz de lidar com a compreens\u00e3o da sua hist\u00f3ria\u201d, refor\u00e7a Graziele.\u00a0\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"806\" height=\"1024\" src=\"https:\/\/unisonoticias.uniso.br\/wp-content\/uploads\/05-2-806x1024.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-10559\" srcset=\"https:\/\/unisonoticias.uniso.br\/wp-content\/uploads\/05-2-806x1024.jpg 806w, https:\/\/unisonoticias.uniso.br\/wp-content\/uploads\/05-2-236x300.jpg 236w, https:\/\/unisonoticias.uniso.br\/wp-content\/uploads\/05-2-768x976.jpg 768w, https:\/\/unisonoticias.uniso.br\/wp-content\/uploads\/05-2-1208x1536.jpg 1208w, https:\/\/unisonoticias.uniso.br\/wp-content\/uploads\/05-2.jpg 1398w\" sizes=\"auto, (max-width: 806px) 100vw, 806px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\"><em>A obra conta com 30 edifica\u00e7\u00f5es hist\u00f3ricas da cidade, dentre elas a F\u00e1brica de Tecidos Santa Ros\u00e1lia, o Mosteiro de S\u00e3o Bento e a Prefeitura Municipal<\/em>. Foto: Rafael Filho<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>E como ter acesso ao livro? De acordo com a professora, por enquanto existe a possibilidade de publica\u00e7\u00e3o online. \u201cA ideia \u00e9 dar sequ\u00eancia \u00e0 pesquisa para montagem de um segundo volume contendo novas edifica\u00e7\u00f5es j\u00e1 identificadas como potenciais patrim\u00f4nio &nbsp;de Sorocaba e Regi\u00e3o\u201d, detalha.<\/p>\n\n\n\n<p>Sobre o segundo volume da obra, Ana J\u00falia se entusiasma: \u201ch\u00e1 muito material a ser registrado, tanto referente a novas constru\u00e7\u00f5es quanto a atividades que promovam a intera\u00e7\u00e3o do leitor. Gostaria de participar da produ\u00e7\u00e3o, acredito que esta foi uma experi\u00eancia muito diferente e que me deu base para outros projetos e estudos. Um segundo volume seria muito bem-vindo\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/unisonoticias.uniso.br\/wp-content\/uploads\/20250319_1134083-1024x576.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-10561\" srcset=\"https:\/\/unisonoticias.uniso.br\/wp-content\/uploads\/20250319_1134083-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/unisonoticias.uniso.br\/wp-content\/uploads\/20250319_1134083-300x169.jpg 300w, https:\/\/unisonoticias.uniso.br\/wp-content\/uploads\/20250319_1134083-768x432.jpg 768w, https:\/\/unisonoticias.uniso.br\/wp-content\/uploads\/20250319_1134083-1536x864.jpg 1536w, https:\/\/unisonoticias.uniso.br\/wp-content\/uploads\/20250319_1134083-2048x1152.jpg 2048w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\"><em>Graziele Bathaus: \u201cPesquisa \u00e9 um\u00a0instrumento de educa\u00e7\u00e3o patrimonial\u201d<\/em>. Foto: Rafael Filho<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Ana J\u00falia tamb\u00e9m refor\u00e7a a import\u00e2ncia do acesso \u00e0 educa\u00e7\u00e3o patrimonial.  \u201cParticularmente, como n\u00e3o sou de Sorocaba, hoje consigo me guiar pela cidade reconhecendo as constru\u00e7\u00f5es, isso exemplifica o papel dessas obras\u201d.. Ainda segundo a aluna, essas edifica\u00e7\u00f5es est\u00e3o no imagin\u00e1rio dos habitantes e das pessoas de fora, tornando acidade \u00fanica em meio a tantas constru\u00e7\u00f5es gen\u00e9ricas. \u201cValorizar a hist\u00f3ria \u00e9 ter refer\u00eancia para criar projetos singulares, que adequem aos novos usos que a atualidade pede\u201d, conclui Ana J\u00falia.<\/p>\n\n\n\n<p><em><strong>Texto:<\/strong> Rafael Filho<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Qual a import\u00e2ncia do cuidado com o nosso patrim\u00f4nio hist\u00f3rico e arquitet\u00f4nico? 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